segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

TBR #JornadaMLV: Maratona literária de verão 2018

No dia 13 de janeiro, ou seja, último sábado, foi dada a largada para a Maratona Literária de 2018, organizada mais uma vez pelo canal Geek Freak.

Este no será um pouquinho diferente: quem se inscreveu precisou escolher um lado, ou melhor, um reino: Galtero ou Arcania. Não será uma competição, mas dependendo da sua escolha, são desafios diferentes a serem cumpridos correspondentes as cidades deste território. Tudo está sendo colocado no Twitter do Victor, pois é ele mesmo que está produzindo essas artes lindas pra maratona!

No dia em que escrevi esta postagem, essas eram as cidades reveladas:



Até agora os livros que escolhi foram Senhor dos Anéis, Os Miseráveis, Apaixonada por histórias e Anne of Green Gable. O primeiro, estou lendo desde o natal e já acabei a história, mas a minha edição é o volume único, então ficaram os Apêndices para maratona. O segundo é a minha principal meta para 2018, e o livro com as crônicas de Paula Pimenta é para relaxar se a leitura da obra de Victor Hugo for muito difícil ou pesada. Anne of Green Gable é um livro em inglês que peguei grátis no app  do Kindle; me interessei por ele depois de assistir a série da Netflix baseada nessas  história. EEuolhi o reino de Arcania, domínio dos magos e encantadores, então para atender os desafios (mesmo não sendo obrigatórios) talvez eu acrescente alguma coisa.



Todas as informações sobre o que estou lendo, minhas opiniões, desafios que vou participar serão postados primeiro no Twitter e Instagram. Para infos gerais sobre a gincana assista o vídeo de abertura e entre no Twitter do Geek Freak, todos já linkados anteriormente, mas você também pode conferir o grupo no Facebook.

TBR: desafios que irei cumprir (por enquanto)
>> Os Miseráveis: um autor que nunca li antes
>> Apaixonada por palavras: um livro que era pra ter sido livro em 2017
>> Anne of Green Gable: um autor que nunca li antes + o favor da rainha (ler um livro com protagonista feminina).

Espero vocês nessa jornada!

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

10 metas simples para o seu estudo de inglês


Há bastante tempo aqui no blog eu me propus a fazer um diário de estudo sobre meu progresso no inglês. O problema foi que eu não encontrava esta evolução no meu nível de aprendizado e também não enxergava coisas interessantes referentes ao aprendizado deste idioma que merecessem ser compartilhadas. Engano meu. 

Quando a gente tenta aprender algo novo precisa contar cada pequena vitória, cada "primeira vez" vencida. E foi repensando isso que decidi listar para vocês algumas situações aparentemente insignificantes, embora carregadas de longos processos. Decidi focar no inglês porque é a língua que estou em contato faz bastante tempo, porém é importante dizer que estou um nível intermediário neste idioma, longe de ser fluente. Minha pequena experiência com o francês está neste post.

Espero que esta lista também funcione como pequenas metas para que o seu estudo fique menos engessado, fazendo com que você perceba o quanto já caminhou até aqui ou ainda precisa caminhar. Vamos lá? 

1. Leitura de estampas nas camisetas com facilidade: é incrível bater o olho e em poucos segundos entender o texto, mesmo que ninguém esteja te pedindo a tradução dele.

2. Entender as palavras nas músicas separadamente, e depois, seu significado: a gente esquece que ao ouvir algo em uma outra língua pela primeira vez tudo parece um coisa só. Você não consegue diferenciar as sílabas, fonemas ou palavras. Mesmo que você não saiba o significado de todas, ao conseguir indicar onde começa e termina uma frase demonstra que a língua não é mais uma estranha para você, já parou para pensar nisso? Este é o primeiro passo para não pensar em português.

3. Ler e compreender sem traduzir: você simplesmente sabe o que aquilo tudo escrito quer dizer. Mesmo que apenas o contexto, tem momentos em que você sabe que não precisa olhar uma tradução. E por isso...

4. Não consultar uma tradução também é demais.

5. Traduzir isoladamente esta ou aquela palavra durante a leitura também demonstra evolução.

6. Entender piadas e expressões do cotidiano: já experimentou assistir Jimmy Falon e compreendeu quase tudo sem legenda, com eles gargalhando, fazendo ironias e interagindo com a platéia? É um ótimo exercício.

7. Assistir um filme sem legenda: se for um que você já viu dublado também vale. No meu caso cito Frozen, Origem dos Guardiães e Como Treinar o Seu Dragão 2, além de alguns da Barbie.

8. Entender o Pato Donald sem legenda: olha, muitas vezes eu não entendo coisa alguma que ele fala mesmo quando está em português. Quando eu assisti O Conto de Natal do Mickey em inglês e sem legenda, e compreendi várias parte, felicidade define. Parece bobo, mas realmente encarei como uma vitória.

9. Textos em inglês na faculdade não te assustam: em Museologia há muito material em francês e inglês. Ao ter a possibilidade de ler em outra língua, as portas se abrem de uma maneira incrível.

10. Entender e comparar coisas novas da sua língua-mãe, até então totalmente naturalizada, por estar em contato com uma outra mentalidade linguística. Para quem não sabe, o idioma influencia e é influenciado grandemente pela cultura do grupo social que o utiliza.

Pessoal, espero que vocês tenham aproveitado essa troca de experiências. Até o próximo post!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Melhores leituras de 2017

Neste ano que se passou, apesar da faculdade, consegui cumprir minha meta de 30 livros (e ultrapassá-la!). Tive algumas surpresas, vindas inclusive de leituras obrigatórias que precisei cumprir ao longo de ano. Eu não consigo fazer uma lista qualificando o melhor ou pior, então peguei minhas anotações (que estão fora de ordem) e selecionei os melhores livros de 2017. Nada melhor que começar 2018 relembrando o que foi bom nesses 12 meses que se passaram.

Lembrando que grande parte dessas leituras foram comentadas em tempo real no Instagram do blog, principalmente durante as maratonas e projetos literários. Algumas fotos daqui são dos registros que fiz ao longo deste ano no perfil. Não estou considerando as releituras, apenas o que foi de inédito em 2017.


TRILOGIA THRAWN 
Já comecei roubando. Esta trilogia de Star Wars fala sobre o período logo após a vitória da Aliança Rebelde, com os irmãos Skywalker, além de outros personagens já conhecidos, lutando para restabelecer a República. O que eles não esperavam é que um almirante do Império, até então desconhecido, se tornaria o principal obstáculo para o fim definitivo da guerra, com sua frieza e talento militar quase sempre a prova de erros.


MANSFIELD PARK
Mais uma vez Jane Austen me confirmou porque ela é minha autora favorita. Com personagens e um cenário incrível, este livro com certeza precisava entrar na lista de melhores do ano. Quando eu li Persuasão cometi o erro de procurar fragmentos de Elizabeth Bennet por toda história. Agora, eu entendo que cada obra de Jane tem sua marca, e por conta disso, tive uma experiência única e tão boa quanto em Orgulho e Preconceito, mesmo com motivos diferentes.


O PODER DO HÁBITO
Eu não estou acostumada com não-ficção, mas este livro foi uma experiência incrível e me deu uma vontade imensa de ler mais sobre o assunto. Fiz resenha dele no blog e utilizei seus conceitos para escrever um pouquinho sobre organização. Foram posts que ameio escrever e só comprovaram o quanto este autor me marcou em 2017.

OS ÚLTIMOS DIAS DE KRYPTON
Depois do meu contato com uma ficção mais adulta nas férias me senti pronta para ler esta história. Outra surpresa. comecei confusa com os nomes dos personagens e achando o andamento da narrativa arrastado. Com o tempo, me envolvi com a trama. Esta é uma história de "como" e não "o que aconteceu", então isso enriquece ainda mais a habilidade do autor em nos prender. Também tem resenha no blog.


COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ
Eu não sou de ler romances contemporâneos, apesar de amar assistir comédia romântica na Sessão da Tarde. Isto ocorre porque normalmente acho os personagens chatos e superficiais, prefiro histórias em que a formação de um casal se entrelaça com outras questões principais. Portante, este drama não era algo que eu esperava gostar tanto. Escrevi sobre ele também. Li rápido porque a história me captou, e não por ser uma leitura molenga ou superficial.

DOM CASMURRO
Este livro entra aqui por dois motivos: primeiro, porque é muito bom mesmo; o outro ponto é o fato de após muito tempo enrolando para ler Machado de Assis eu finalmente tomei vergonha na cara. Na #MLI2017 tive contato com duas histórias dele e este livro foi a estrelinha dourada da maratona, além do citado acima. 

SOZINHA NO MUNDO
Eu já falei sobre o quanto gosto dos livros do Marcos Rey. E ele não decepcionou. Foi um livro que peguei na estante de troca da minha faculdade, e por isso uma dupla surpresa de ter tido contato com ele em 2017. Que personagens! Que trama! Espero fazer uma resenha em breve. Foi uma experiência recente, que comentei mais no stories do Instagram do ECC;.

Espero que 2018 seja ainda melhor. Já defini algumas metas para este ano (e principalmente para este mês!), e em breve teremos novidade. Por questões práticas e de instantaneidade costumo usar muuuito mais o perfil no Insta. As novidades sempre aparecem primeiro lá, então siga o blog! Feliz ano novo!

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Mudanças: somos agentes ou efeitos?


Primeiro, feliz natal pra todo mundo! Hoje eu quero compartilhar com vocês uma reflexão de fim de ano/ano novo. É uma época nostálgica, como já disse no último post, que nos faz refletir bastante. 

A gente passa muito tempo se esforçando para aceitar as mudanças que acontecem. Algumas pessoas possuem mais facilidade do que outras para lidar com as transformações da vida, entretanto quanto acontece, nunca é algo que não seja perceptível. Pode ser gradativo ou leve, porém sempre deixam algum tipo de marca. Por outro lado, sinto que nos acostumamos com um certo vitimismo. Aceitamos que nos tornamos pessoas diferentes com o tempo, embora apenas depois de fatos e situações externas irrefutáveis, com reações diferentes do que esperávamos ter diante de problemas (ou até mesmo soluções). 

Então, pra variar um pouquinho, vamos nos esforçar para sermos os agentes da mudança, e não apenas efeitos colaterais dela?  Com esta frase clichê, eu te convido a pensar tanto nas desigualdades do mundo como no seu quarto bagunçado que você só arruma se brigarem com você. Neste natal, abrace sua família independente dos presentes. Procure um relacionamento com Deus antes dos problemas chegarem. Corte seu cabelo sem precisar que alguém próximo diga que você ficaria bem com ele curto. Pesquise temas novos mesmo sem alguém te perguntar sobre e você não saber responder.

As suas metas para 2018 não precisam ser repetições de velhos erros ou falsas prioridades; analisar a si mesmo, como já disse anteriormente, é primordial. Suas ações e projetos serão muito mais eficientes e fieis ao seu"novo eu", se suas atitudes para que sejam realizados não sejam reféns de uma antiga percepção dos seus desejos para o futuro. Para fazer a mudança acontecer, é necessário aceitar aquelas que já ocorreram. 

Este texto é sem dúvida fruto das dezenas de transformações que aconteceram comigo ao longo de 2017, e aqui no blog tem bastante de tudo isso. Normalmente, textos são reflexos do que já houve conosco, mas este aqui é um desejo meu para o futuro de vocês que estão lendo, e para mim mesma também. 

Espero que nós continuemos juntos em 2018! Um grande beijo para vocês e até o próximo post.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Natal: expectativa x realidade


Recentemente, compartilhei no meu Instagram pessoal uma pequena teoria que tenho. Um amigo (vlw, Pedro) me desafiou a escrever sobre isso e achei ótimo, me fez pensar ainda mais sobre a época. O post de segunda vai sair normalmente, mas gostei da ideia de falar mais este momento que amo tanto, então resolvi colocar logo este textinho extra.

A ideia é a seguinte: eu sou apaixonada pelo natal. Amo muito a ceia em família, os presentes e a agitação do amigo oculto que fazemos - mesmo com fotos estranhas e todas as piadinhas de família, leia-se "é pavê ou pra comê" -, o culto e a cantata de natal, o cronograma de filmes que faço desde que comecei com isso aqui no blog e as playlists do Spotify com versões ótimas das canções clássicas que amo.

Por outro lado, o meu dia preferido do ano é hoje. Sim, dia 23 de dezembro. Quando a expectativa por finalmente estar chegando o natal se une a proximidade com a data tão esperada. Afinal, para nós brasileiros, é muito mais significativo o dia 24 do que o 25. É muito bom ficar com aquela ansiedade gostosa sabendo que o dia seguinte será diferente da rotina.

Mesmo assim, o natal passa muito rápido e isso me entristece. Quando vamos olhar, já acabou. Se o culto de natal é no dia 24, ou seja, mesmo dia da reunião de família, ou durante a semana, parece que tudo ocorre de uma maneira ainda mais acelerada. Se você tem irmãos(ãs) menores tem que aguentar as perguntas quase incessantes sobre presentes, e por último - embora igualmente decepcionante -, o calor. Particularmente, fico bem feliz quando chove ou fica nublado: forno ligado que esquenta a casa, e a decepção pela falta de neve são amenizados com clima mais ameno. Sem contar os inevitáveis atritos ou pequenas irritações nas reuniões em família.

Portanto, é muito fácil a gente se estressar no natal e ficar ainda mais chateado por estar com este sentimento. A expectativa pode arruinar a realidade, se não formos cautelosos.

Considerando essas coisas, quero te convidar a levar com mais leveza este natal. Menos reclamação. Menos expectativa e mais valorização do que realmente deveríamos celebrar. Pense com carinho o quão importante é estar com sua família ou amigos. Clichês existem por um motivo, e este não foge a regra: as pessoas e os momentos são o maior bem que temos. Esta é uma época incrível para que a gente perceba o quão fantástico pode ser o nosso cotidiano. Além disso, Jesus é a razão do natal. Não se esqueça do aniversariante na festa dEle. 

Eu só queria desejar um boas festas pra vocês e agradecer por cada pessoa incrível que conheci ou me aproximei neste ano. Acho que este texto é mais pra mim mesma do que pra vocês, embora espero que marque cada um que esteja lendo assim como está marcando a escritora dele. Feliz natal!

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto. Isaías 9:6,7