segunda-feira, 11 de junho de 2018

Você precisa ouvir: covers com HARPA


Hoje é dia de ampliar a variedade de covers da sua playlist. Nesse buraco negro que é o Youtube, encontrei harpistas que trouxeram a algumas das minhas músicas favoritas - principalmente as de trilhas sonoras - uma cara nova ao interpretá-las neste instrumento nada comum, porém muito antigo.

Segundo o portal InfoEscola,  "há duas espécies de harpas: as de caixilho, espécie de moldura de madeira ou metal, e as abertas. A primeira tem um traço distintivo, a presença de uma coluna simples que conecta a região da caixa de ressonância à consola, esfera superior recurva deste instrumento; a segunda, por não apresentar o pilar, tem uma configuração curvada – é o caso da lira e da harpa africana. (...) Hoje a harpa sinfônica é composta por 46 ou 47 cordas paralelas e sete pedais; quatro destes são correspondentes ao pé direito e três são manuseados pelo pé esquerdo."

Agora que você já sabe um pouquinho mais sobre a estrutura do instrumento, ouça minha seleção de covers favoritos! Esta playlist está no canal do blog no YouTube. Você vai poder conferir outras playlists lá, sempre complementando o conteúdo dos posts.



Fiquei muito feliz em encontrar esta variedade, pois particularmente adoro este instrumento. Digam para mim o que acharam! Já conheciam estes canais?

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Surpresas na #MLO2018

Caso você tenha chegado agora, #MLO2018 foi a Maratona Literária de Outono, e acabou no último dia 2. Publiquei minha TBR e agora é hora de mostrar se consegui cumprir tudo! Vem comigo?

Depois 1984 e O Cortiço, decidi que não dava para ler mais um livro sério novamente. Minha cabeça não iria aguentar mais desgraça, descrença na humanidade e personagens sem um final feliz. Mudei para uma releitura mais leve, mas sem grandes expectativas. Só queria cumprir o desafio de "um livro comprado em promoção". Meu últimos projetos intensivos de leitura foram ótimos, porém sempre com alguma pendência.

Foi assim que eu decidi reler Peter Pan, comprado na Bienal de 2015 (promoção!).  Pasmem, não gostei na primeira leitura. Achei parado, confuso. Tinha ficado irritada com os personagens, misturando minhas expectativas vindas do cinema aos meus poucos conhecimentos sobre o livro em si.



Primeira mudança: só passei no texto de apoio da Apresentação após a leitura. Não ia cometer o erro de entrar na Terra do Nunca cheia de pré-concepções, então aproveitei que minhas lembranças do enredo eram pouquíssimas. Segunda: sem expectativas, apenas queria curtir o universo e relaxar depois das leituras que me deixaram cansada.

Grata surpresa. Cheio de frases espirituosas, um narrador extremamente dinâmico (e intruso!), e com um Peter Pan que finalmente me deu muuuuitas ideias ao longo de todos os dias que seguiram depois da leitura - como eu queria que tivesse acontecido há três anos atrás -. Enfim, consegui completar meus três desafios e dar o tom inspirador que estava faltando na minha #MLO2018.

Logo eu devo falar um pouquinho mais dele. No Instagram, você acompanha tudo em tempo real, e se você me seguiu lá durante a maratona, teve a prova! Um grande beijo, e até o próximo post.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

#MLO2018: Maratona Literária de Outono


Vocês já perceberam que eu sou viciada em maratonas literárias, certo? Pois bem, nesta nova empreitada não seria diferente. Por conta da Copa do Mundo e da antecipação da Bienal do Livro de São Paulo, o Victor Almeida resolveu transformar a tradicional maratona de inverno em um evento de outono. Agora vem comigo, vou listar para vocês os desafios que sorteei.

1 - Um livro escrito por uma autora: "Uma viagem inesperada" traz diversas histórias das meninas da Turma da Mônica Jovem, escritas por várias autoras brasileiras!
2 - Um livro comprado em uma promoção: "Memórias do Descobrimento do Brasil" foi DE GRAÇA no Museu da República. Eles tem um espaço com publicações remanescentes do Museu que você pode servir-se a vontade. Peguei 6 livros de uma vez, sério.
3 - Um livro clássico: já li uma versão juvenil e adaptada de "O Cortiço" achei extremamente chato. É hora de dar uma segunda chance.

A #MLO2018 começou dia 19 de maio. Acabei "1984" no dia 24/05 (já o estava lendo bem antes deste intervalo), dia em que também comecei o livro da Turma da Mônica. 

Apesar da grande importância da obra e do Posfácio extremamente interessante, me decepcionei um pouco pela simplicidade da história. Temos muitas metáforas, construção de mundo impressionante, um aviso para as próximas gerações preocupante, mas a história em si é bem simples. Um dos artigos complementares que está na edição também comenta isto, o que me deu a sensação de não estar sozinha na minha opinião.

Fiquem ligados no Instagram, tudo sai primeiro lá, inclusive minhas impressões das leituras. O próximo post sobre a maratona será quando ela acabar, então não deixe de seguir o blog nas redes sociais.

Um grande beijo, até o próximo post!

quinta-feira, 24 de maio de 2018

O blog cresceu (e eu também): conheça o novo ECC


Eu queria aproveitar essa enxurrada de conteúdo sobre Museologia da última semana para conversar um pouquinho com vocês. Explicar algumas tendências que vêm ocorrendo aqui desde o 2º semestre de 2017, mas agora estão estabelecidas e organizadas. O blog é dinâmico, e acho que as mudanças que aconteceram só o tornarão melhor. Tudo também reflete a minha maneira de lidar com este espaço, então acho natural que de tempos em tempos novas fases sejam inauguradas. Considerem este post um resumão dos últimos 10 meses.

1 - Parcerias
Depois de muito tempo, finalmente encontrei uma pessoa incrível para firmar uma colaboração. Vocês já conheceram a Andressa, ela escreve no Minhas Confissões e já apareceu aqui também. Agora, depois testamos nossa agenda e a combinação dos conteúdos, esta parceria está oficializada, uma vez por mês. Temos também a Alycia, que já escreveu aqui faz muuuito tempo, mas continua me ajudando de vez em quando a monitorar as redes sociais e nós sempre conversamos muito sobre o conteúdo daqui. Apesar de vocês não a verem, ela me acompanha como produtora de conteúdo desde sempre e muito antes disso! No Instagram, eu e a @mmmlivros continuamos juntas!

2 - Organização
Um assunto que se tornou mais comum nas postagens porque resolvi aplicá-lo na minha vida virtual. Os posts saem toda segunda-feira, entre 11h - 13h. Hoje é apenas um tópico extra, por isso foi ao ar na quinta. Quando conteúdo novo sai, eu sempre aviso no Instagram primeiro. Isso nos leva ao próximo tópico.

3 - Menos redes sociais, mais eficiência
Eu coloquei o blog no Skoob, no We Heart It, no meu Twitter... Enfim, uma bagunça que eu nunca dei conta e mantinha por um senso de obrigação em, estar "presente", mesmo nunca tendo conseguido ocupar estes espaços efetivamente. Agora, você pode interagir comigo pelo Instagram e pelo Facebook, e entender mais do visual do blog pelo Pinterest. A busca constante é a relação de vocês com o conteúdo produzido fique dinâmica e organizada.

4 - Conteúdo
Além de literatura, comportamento, organização, estudos e cultura nerd, finalmente a Museologia está definitivamente inserida nos temas do blog! Espero que nossas futuras conversas sobre patrimônio cultural, identidade, museus, comunicação, ente outros, estimule vocês sobre estes assuntos.

5 - Template novo
Calma, gente! Não vai mudar de novo! Este layout que você está vendo foi lançado em 8 de fevereiro deste ano, portanto faz parte destes acontecimentos. Por outro lado, eu já fiz um post falando somente sobre ele, é só clicar aqui.


Se vocês está chegando agora, seja bem-vindo(a)! Tudo aqui é feito com muito carinho, espero que goste. <3 É bom lembrar que a Maratona Literária de Outono já começou, então corre pro Instagram que a TBR já está lá!

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Você precisa assistir: Perdidos no Espaço (2018)



Após a intensa semana que conteúdo sobre Museologia, resolvi dar uma pausa nos livros e discussões. Como já viu no título, hoje é dia de indicar uma boa série!

Quando a Netflix lança mais uma produção original, de modo geral corremos para assistir. Só que quando a série envolve fantasia ou ficção científica, o nicho de público é menor e as desconfianças com a qualidade da narrativa aumentam. Já temos produções incríveis da cultura pop para usar de comparação com os que estão chegando agora, e isso pode nos frustar ao assistirmos algo novo.

Após a Terra alcançar condições de vida instáveis, os humanos passam a ser enviados para o espaço. Embora só os mais qualificados, que passam no teste como realmente aptos a contribuir para a nova sociedade. Somos apresentados a família Robinson durante a fuga deles da estação espacial, que por motivos inicialmente desconhecidos, precisou ser abandonada. Aqueles que embarcam as naves Júpiter acabam sendo lançados em um planeta sem nome, localização conhecida ou ecossistema estudado e tentarão retornar a estação.








A dinâmica familiar brilha aqui. Todos têm seu momento, com personalidades sendo exploradas pouco a pouco. Crises e reconciliações que precisam ser tratadas durante a busca pela sobrevivência. As irmãs foram minha dupla preferida. Eles não estão sozinhos, então a presença dos outros "colonizadores" interfere nas relações. Temos uma vilã sonsa e irritante e que funciona bem na história.

Além disso , temos a aparição de um robô nunca antes visto (não é spoiler, está no trailer) que traz uma sensação de desconfianças de descobertas. Se você viu E.T, vai relacionar ao clássico com certeza, mas o foco aqui realmente é a luta para sobreviver neste vasto e desconhecido Universo, e a tentativa de lidar com os fantasmas do passado. Inclusive, achei a ambientação e os efeitos muito bons. Dá para acreditar e se envolver com a hostilidade e o encanto de onde eles foram lançados.


Algo que descobri fazendo este post é que o lançamento Perdidos no Espaço é um remake de uma série exibida entre 1965 e 1968, de mesmo nome e de enredo parecido. A primeira temporada ainda foi exibida em preto e branco. Seu tom era mais humorístico, tendo sido cancelada antes de estrear a quarta temporada.

Portanto, não temos dramas humanos profundos ou uma ficção científica revolucionária, mas é uma história super interessante de 10 episódios que não se estende mais que o necessário e cumpre o que sua premissa promete! O primeiro episódio já te captura. Recomendo a 1ª temporada e estou ansiosa para a continuação.

Caso já tenha assistido, conta para mim o que achou nos comentários. Até o próximo post!